quarta-feira, 16 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Os incêndios na Amazônia podem ser previstos!
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| Foto: Reprodução. |
Pesquisadores da Universidade da Califórnia e do Centro Goddard da NASA descobriram que é possível prever a intensidade dos incêndios na floresta amazônica com até cinco meses de antecedência.
A partir de comparações feitas de dados de satélite da NASA, foi descoberto que a temperatura dos oceanos interfere na intensidade dos incêndios que o correm na floresta amazônica, esse estudo prova que quanto maior a temperatura dos oceanos maior a duração e a intensidade dos incêndios na floresta Amazônica. A grande importância dessa descoberta é que se prevendo tal acontecimento é possível que os países amazônicos se preparem para enfrentar o fogo.
Adorável mundo verde!
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Votação do novo código Florestal
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| Imagem: reprodução. |
A agenda de votações do Senado para esta semana inclui assuntos como o novo Código Florestal, incentivos para a fabricação de tablets nacionais e ainda a permanência de alunos na escola, mesmo com a falta de professor.
A reforma do Código Florestal brasileiro está na pauta da Comissão de Constituição e Justiça. O relatório do senador Luiz Henrique (PMDB-SC) já foi lido. Com dois pedidos de vista coletivo, a votação não poderá mais ser adiada e deverá mesmo ocorrer na quarta-feira (21).
Entre os pontos polêmicos, o senador manteve a regularização das áreas já desmatadas até 2008, chamadas de áreas consolidadas. Além disso, ele modificou, a pedido do governo, o trecho que permitia aos estados legislar sobre a redução de áreas de preservação permanente (APPs). Pelo texto do relator, somente o Poder Executivo poderá interferir nessas áreas. O projeto precisa ainda passar pelas comissões de Agricultura, de Ciência e Tecnologia e de Meio Ambiente.
Adorável Mundo Verde.
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
2 anos de Adorável Mundo Verde!
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Do Código Florestal à água da torneira
| Foto: Barbara Murbach. |
O desmatamento, se permitido pelas mudanças no Código Florestal, pode ameaçar a quantidade e a qualidade de água disponível em São Paulo
Para muita gente pode ser difícil perceber que as perdas de florestas decorrentes da mudança no Código Florestal vão afetar nosso bem-estar. Estamos falando de perdas fundamentais, como a água.
Desmatamento em nascentes, cursos d'água e reservatórios afetarão a disponibilidade da água, e a tendência é que isso aconteça exponencialmente se o código sofrer as mudanças em discussão.
Vamos usar um exemplo que conhecemos amiúde. O reservatório do rio Atibainha, localizado em Nazaré Paulista, São Paulo, é uma das represas que compõem o sistema Cantareira. Construído entre as décadas de 1960 e 1970, o sistema visava atender à demanda crescente por água decorrente do aumento da população da Grande São Paulo.
Hoje, o sistema fornece mais de 50% da água de São Paulo, 95% da água de Campinas e quase a totalidade das cidades da região, com mais de 9 milhões de habitantes-consumidores.
Aproximadamente 50% das terras no entorno do Atibainha são ocupadas por remanescentes de mata atlântica. Uma proporção extraordinária. É essa riqueza ambiental que torna a região uma verdadeira produtora de águas. As matas garantem a proteção das nascentes dos rios, a qualidade dos cursos d'água e sua produção, e o reservatório funciona como uma grande caixa d'água.
O desmatamento, se permitido legalmente pelas mudanças propostas no Código Florestal, causará um efeito direto que pode ameaçar a quantidade e a qualidade de água disponível em um dos maiores conglomerados humanos do país. Estudos do IPÊ (Instituto de Pesquisas Ecológicas) quantificam o efeito dos usos do solo.
Uma área de 7.000 hectares ao redor do reservatório tem sedimentação quase inexistente se ocupada por floresta nativa. Se substituída por pastagem, nosso cálculo é que seja como um carregamento de 1.470 toneladas de sedimentos entrando na represa por ano -equivalente a 270 caminhões de terra-, o que o encherá até não haver espaço para a água, comprometendo sua disponibilidade para consumo.
Desde que o reservatório Atibainha foi construído, as pressões têm aumentado, como em outras regiões do país. É um exemplo de local com riqueza natural e desafios sociais, o que pode dar a impressão de que para ter progresso é preciso destruir a natureza.
Mas o mundo mudou, e os valores precisam ser atualizados para que haja chance de um futuro de bem-estar para todos. A natureza não deveria mais ser computada como um "presente", sem valor nas equações econômicas.
O IPÊ há mais de 15 anos vem tornando a região um laboratório de pesquisa e ação, desenvolvendo metodologias de reflorestamento e restauração da paisagem. Melhorias sociais, no entanto, podem levar mais tempo.
Se o Código Florestal for alterado, os desmatamentos serão permitidos por lei e trarão impactos que incluem a água produzida na região do Atibainha, que sai nas torneiras de milhares de pessoas.
SUZANA M. PADUA, 60, doutora em educação ambiental pela UnB, é presidente do IPÊ (Instituto de Pesquisas Ecológicas) e vencedora do Prêmio Empreendedor Social 2009.
CLAUDIO B. V. PADUA, 62, doutor em ecologia pela Universidade da Flórida (EUA), é reitor da Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade (Escas) e vencedor do Prêmio Empreendedor Social 2009.
EDUARDO H. DITT, 40, doutor em ciência ambiental pelo Imperial College London, é diretor da empresa Arvorar Soluções Florestais.
THOMAZ ALMEIDA, 27, biólogo, é pesquisador do IPÊ e mestrando na Escas.
Para muita gente pode ser difícil perceber que as perdas de florestas decorrentes da mudança no Código Florestal vão afetar nosso bem-estar. Estamos falando de perdas fundamentais, como a água.
Desmatamento em nascentes, cursos d'água e reservatórios afetarão a disponibilidade da água, e a tendência é que isso aconteça exponencialmente se o código sofrer as mudanças em discussão.
Vamos usar um exemplo que conhecemos amiúde. O reservatório do rio Atibainha, localizado em Nazaré Paulista, São Paulo, é uma das represas que compõem o sistema Cantareira. Construído entre as décadas de 1960 e 1970, o sistema visava atender à demanda crescente por água decorrente do aumento da população da Grande São Paulo.
Hoje, o sistema fornece mais de 50% da água de São Paulo, 95% da água de Campinas e quase a totalidade das cidades da região, com mais de 9 milhões de habitantes-consumidores.
Aproximadamente 50% das terras no entorno do Atibainha são ocupadas por remanescentes de mata atlântica. Uma proporção extraordinária. É essa riqueza ambiental que torna a região uma verdadeira produtora de águas. As matas garantem a proteção das nascentes dos rios, a qualidade dos cursos d'água e sua produção, e o reservatório funciona como uma grande caixa d'água.
O desmatamento, se permitido legalmente pelas mudanças propostas no Código Florestal, causará um efeito direto que pode ameaçar a quantidade e a qualidade de água disponível em um dos maiores conglomerados humanos do país. Estudos do IPÊ (Instituto de Pesquisas Ecológicas) quantificam o efeito dos usos do solo.
Uma área de 7.000 hectares ao redor do reservatório tem sedimentação quase inexistente se ocupada por floresta nativa. Se substituída por pastagem, nosso cálculo é que seja como um carregamento de 1.470 toneladas de sedimentos entrando na represa por ano -equivalente a 270 caminhões de terra-, o que o encherá até não haver espaço para a água, comprometendo sua disponibilidade para consumo.
Desde que o reservatório Atibainha foi construído, as pressões têm aumentado, como em outras regiões do país. É um exemplo de local com riqueza natural e desafios sociais, o que pode dar a impressão de que para ter progresso é preciso destruir a natureza.
Mas o mundo mudou, e os valores precisam ser atualizados para que haja chance de um futuro de bem-estar para todos. A natureza não deveria mais ser computada como um "presente", sem valor nas equações econômicas.
O IPÊ há mais de 15 anos vem tornando a região um laboratório de pesquisa e ação, desenvolvendo metodologias de reflorestamento e restauração da paisagem. Melhorias sociais, no entanto, podem levar mais tempo.
Se o Código Florestal for alterado, os desmatamentos serão permitidos por lei e trarão impactos que incluem a água produzida na região do Atibainha, que sai nas torneiras de milhares de pessoas.
SUZANA M. PADUA, 60, doutora em educação ambiental pela UnB, é presidente do IPÊ (Instituto de Pesquisas Ecológicas) e vencedora do Prêmio Empreendedor Social 2009.
CLAUDIO B. V. PADUA, 62, doutor em ecologia pela Universidade da Flórida (EUA), é reitor da Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade (Escas) e vencedor do Prêmio Empreendedor Social 2009.
EDUARDO H. DITT, 40, doutor em ciência ambiental pelo Imperial College London, é diretor da empresa Arvorar Soluções Florestais.
THOMAZ ALMEIDA, 27, biólogo, é pesquisador do IPÊ e mestrando na Escas.
Essa matéria é para efeito de divulgação e foi retirada do site da FOLHA DE S.PAULO, todas as informações é de total mérito e responsabilidade da fonte.
Adorável Mundo Verde.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Dinamarca terá bairro em cima do oceano
A prefeitura de Copenhague enfrenta um grande problema, crescer sem invadir as áreas verdes, pensando em uma solução a prefeitura resolveu fazer um “puxadinho” no mar. O projeto ocupará uma área que é equivalente a 200 estádios de futebol que será construído no mar em uma extensão de Nordhavnen, uma região portuária importante que fica no norte da Copenhague.
| Imagem: Reprodução |
Saiba mais: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/939653-capital-da-dinamarca-tera-bairro-em-cima-do-oceano.shtml
Adorável Mundo Verde.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
I CONGRESSO DE ÁREAS VERDES
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| Imagem: Divulgação. |
I CONGRESSO DE ÁREAS VERDES
FLORESTAS URBANAS
O objetivo e a troca de experiências entre diversos agentes que atuam em áreas verdes como ambientes naturais preservados ou implantados.
Você terá a possibilidade de se conhecer atividades socioambientais desenvolvidas nos parques, nas unidades de conservação (UC´s) e nas demais áreas verdes, atividades que contribui para a multiplicação de práticas que apontam para a sustentabilidade.
A inscrição é gratuita e deve ser efetivada através da entrega do envelope lacrado contendo o trabalho na forma física e digital, juntamente com a ficha de inscrição, no protocolo da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, até às 16 horas, ou através do envio do material por correio aos cuidados da Comissão Organizadora do I Congresso de Áreas Verdes, Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Rua do Paraíso 387, térreo, CEP 04103-000, São Paulo, SP.
Mais informações acesse: www.prefeitura.sp.gov.br/meio_ambiente
Adorável Mundo Verde.
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